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Localização

O Colinas Residence está localizado no município de Limoeiro, situado na Mesorregião do Agreste de Pernambuco.

A sede do município de Limoeiro fica a 77 km da capital do Estado. As rodovias BR 408 e PE – 90 ligam Limoeiro a Recife, sendo quase todo o trajeto duplicado, restando de estrada simples o trecho Carpina-Limoeiro, com apenas 23 km. Pode-se chegar também pela BR-232, toda duplicada até Vitória de Santo Antão, passando por Glória de Goitá e Feira Nova, num total de 87 Km.

Distâncias de Limoeiro para outras cidades

Carpina: 23 Km;
Lagoa do Carro: 15 km;
Passira: 20 Km;
Vitória de Santo Antão: 46 Km;
Gravatá: 50 Km;
Paudalho: 34 km

COMO CHEGAR

CIDADES VIZINHAS

Limoeiro

A lenda

O território que atualmente ocupa a cidade de Limoeiro compreendia uma Sesmaria onde existia um aldeamento de índios. Pelos anos de 1730 e 1740, o Padre Ponciano Coelho era o missionário responsável de catequizar os índios, sendo eles os únicos habitantes do lugar. A quinze quilômetros dali, num lugar chamado Poço do Pau, havia um português, Alexandre de Moura, extremamente religioso e devoto de Nossa Senhora da Apresentação. O português mandou construir uma capela onde eram celebradas missas e realizadas festas em louvor à Santa. Isso atraía muitas pessoas de lugares distantes. Muitas delas resolviam morar na localidade, e dessa maneira o lugarejo ia crescendo.

Acontece que o Padre Ponciano queria que o crescimento se desse no local do aldeamento dos índios. Ele, então, fez desaparecer a imagem de Nossa Senhora da Apresentação da igreja de Poço do Pau para ser encontrada em um limoeiro, no local que hoje é a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação. A imagem foi trazida de volta para Poço do Pau. Assim foi feito várias vezes, colocando-se a imagem sob um pé de limão. O padre Pociano disse que isso era um sinal de Deus em querer que ali fosse erguida uma igreja, onde fosse colocada a imagem da santa.

E assim todos ajudaram na construção da igreja. A notícia do milagre trouxe para região várias pessoas que passaram a ali residir. E assim fundou-se um povoado denominado – Limoeiro de Nossa Senhora, mais tarde, porém, o nome passou a ser apenas Limoeiro.

Versão Histórica

De acordo com o escritor limoeirense Antônio de Souza Vilaça:

“Poder-se-ia dar guarida à lenda do Pe. Ponciano anteriormente contada, contudo se sabe que antes disso, ao aldeamento já se dera o nome de Limoeiro. Talvez o Pe. João Duarte do sacramento ou o Pe. Manuel dos Santos, os primeiros que cuidaram da catequese, sejam os responsáveis pelo sugestivo nome. Entretanto, consta de velho documento que o conde Maurício de Nassau ao relacionar as aldeias de sua jurisdição, Limoeiro, encabeçava a lista.”

No dia 6 de abril de 1893, Limoeiro passou a cidade, e teve como seu primeiro prefeito Antônio José Pestana e seu primeiro Vigário Pe. Bartolomeu da Rocha. Neste dia se comemora a Emancipação Política de Limoeiro

Geografia

Limoeiro localiza-se a uma latitude de 07º52’29” Sul e a uma longitude de 35º27’01” Oeste. Sua altitude é de 138 metros. Situa-se na Mesorregião do Agreste de Pernambuco, Microrregião do Médio Capibaribe.
Limita-se ao Norte com o município de Vicência, ao Sul com Passira e feira nova, ao Leste com Salgadinho, João Alfredo e Bom Jardim e ao Oeste com carpina, Feira nova e Lagoa do carro.

A sede do município está situada na bacia do Capibaribe e dista a 77 quilômetros da capital do Estado. As rodovias BR 408 e PE 90 ligam Limoeiro à capital, sendo quase todo trajeto duplicado, restando de estrada simples o trecho Carpina-Limoeiro com apenas 23 km. Pode-se chegar também pela BR 232, toda duplicada até Vitória de Santo Antão, passando por Glória de Goitá e Feira Nova, num total de 87 km.

O município tem uma área total de 204 km2, com uma população de 56.772 habitantes no último censo do IBGE. O solo é arenoso e argiloso, o relevo vai de suave a forte ondulado, a vegetação é floresta caducifólia. Chove 1.248 mm de média anual e a temperatura varia de 15°C e 18°C de mínimas e 28°C e 32°C de médias máximas.

Pontos turísticos

– Cristo Redentor
– Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação
– Casa do Coronel Chico Heráclio
– Colombo Sport Clube
– Prefeitura Municipal

Carpina

Carpina é importante município da Zona da Mata Norte, no estado de Pernambuco, distante 45 quilômetros do Recife, com uma população de pouco mais de 80 mil habitantes.

Um pouco de sua história:

O lugarejo onde hoje é o município de Carpina começou a ser povoado a partir da segunda metade do século XVII, por exploradores de pau-brasil.
“Carpina” é uma palavra de origem tupi, Karapina, que era o nome de uma variedade do pássaro pica-pau. Assim também eram conhecidos os carpinteiros, pois ambos trabalhavam com a madeira. Por volta de 1822, um carpinteiro de nome Francisco de Andrade Lima se instalou na região. Por conta desse fato, a região passou a ser chamada de “Chã (pois a terra era plana) do Carpina”. No entanto, de 1901 a 1938, a cidade foi chamada de Floresta dos Leões, numa homenagem a João Souto Maior, líder da Revolta Pernambucana de 1817, apelidado de Leão de Tejucupapo, e a seus seguidores, os leões, que se haviam refugiado na Chã do Carpina, depois de um combate com as tropas governistas. Depois de 1938, adotou o nome Carpina, em referência a seu nome original, Chã do Carpina.

Com a abertura da estrada de ferro para Limoeiro, em 1881, a Chã do Carpina passou a ser uma estação de trem intermediária. O movimento ferroviário incrementou o comércio da estação, incipiente porém promissor. Logo a seguir, fazendo entroncamento na Chã do Carpina, abriu-se o ramal para Nazaré, o que contribuiu muito para o desenvolvimento inicial: quer pela estação da linha tronco com destino a Limoeiro, quer pela implantação do ramal. A atividade comercial que se iniciou e se desenvolveu no local provocou a construção de moradias, no início, de taipa, cercadas pelas roças e cultura de subsistência. Conta-se que, por volta de 1888, um dos moradores, João Batista de Carvalho, teve a iniciativa de desapropriar uma área, coberta de mocambos e roçados, para, aí, abrir a primeira praça de Chã de Carpina. Hoje, o local é a principal praça da cidade.

As atividades econômicas se ampliaram com a implantação dos engenhos de açúcar e o desenvolvimento de culturas de subsistência. Chã do Carpina cresceu em virtude de vários fatores, destacando-se a o clima ameno e saudável e a proximidade e a facilidade de condução para o Recife.
Devido a essas vantagens tornou-se hábito entre as famílias mais abastadas do Recife, na primeira metade do século XX, ir passar ali os meses quentes do verão. Outras pessoas também instalavam-se na cidade para curar doenças, devido ao clima ser considerado fator importante para o restabelecimento da saúde.

Carpina hoje é uma cidade em franco desenvolvimento, com comércio tradicional e forte, pois é na verdade uma encruzilhada para outros tantos municípios no seu entorno. Com a duplicação da BR 408 o tempo para ir e vir do Recife tornou-se menor, e o trajeto mais seguro, fazendo com que muitas famílias residam em Carpina e trabalhem na agitação do Recife.

Lagoa do Carro

A Lei Estadual 10.619, de 1 de outubro de 1991 criou o município de Lagoa do Carro, desmembrado do município de Carpina.

Reza a lenda que, o nome da cidade teria origem na história de que um carro de bois teria caído em suas águas, dando nome ao vilarejo que, mais tarde, virou município. Sua população é estimada em cerca de 18 mil habitantes.

O município é rico em cultura e artesanato. Em Lagoa do Carro está localizado o maior museu particular de cachaças do Brasil, o Museu da Cachaça, inaugurado em 10 de dezembro de 1998 pelo empresário José Moisés de Moura, que é considerado o maior colecionador de cachaça do mundo. Seu nome foi inscrito no Guiness Book, o livro dos recordes, por ter mais de 12 mil garrafas vazias da bebida que é considerada patrimônio brasileiro. A cachaça surgiu com os negros trazidos do continente africano para trabalharem por aqui. Eles ingerindo a bebida, ficavam embriagados e esqueciam os sofrimentos causados pela escravidão.

A cidade também é conhecida como a cidade dos tapetes, pois em Lagoa do Carro as mulheres tecem há mais de 25 anos os famosos tapetes confeccionados em ponto arraiolo, uma técnica herdada da vila de Arraiolos na região do Alentejo, em Portugal.

Os tapetes são bordados em lã, com o ponto de costura com o mesmo nome, sobre uma tela de juta, algodão ou linho. O bordado de arraiolos tem a característica de dar à tapeçaria a resistência e consistência que permitem a reprodução fiel de todos os desenhos geométricos e da maior parte dos desenhos artísticos. São peças coloridas, de vários desenhos, que estão presentes em muitas residências pernambucanas e mesmo de outros estados do Brasil e até no exterior.

A tapeçaria foi implantada no município em 1975 por meio da artesã Terezinha Lira, que aprendeu a técnica na capital e disseminou o conhecimento em Lagoa do Carro. Desde então o município tornou-se o maior produtor de tapetes artesanais, sendo essa a maior fonte de renda local.

Em 1989 as artesãs fundaram a Associação as Tapeceiras, entidade responsável pelo desenvolvimento coletivo da produção de tapetes manuais. No ano de 1997 em parceria com a Prefeitura Municipal, a associação das artesãs realizou a 1ª Feira do Tapete, que foi um verdadeiro sucesso.
Desde então, a técnica na fabricação dos tapetes em ponto arraiolo tem sido passada de geração em geração, fazendo Lagoa do Carro ser nacionalmente conhecida como a Terra do Tapete.

Passira

Passira é um município do agreste pernambucano, com aproximadamente 28.000 habitantes. Sua população é tradicionalmente rural, morando metade dela no campo. A cidade fica próxima da capital, Recife, distando cerca de 79 km.

A cidade é acolhedora e oferece bons atrativos para os visitantes. É conhecida em Pernambuco como a terra dos bordados, devido ao trabalho de inúmeras artesãs que bordam lindas peças de cama, mesa, e banho, bem como roupinhas de bebê e também para jovens e adultos. Indo a Passira não deixe de visitar o Centro Cultural e Comercial do Bordado (Shopping do Bordado), onde é comercializado o artesanato local. As peças também podem ser vistas e adquiridas pelo site: www.bordadosdepassira.com.br

Passira ainda oferece passeios relaxantes no Mirante da Serra, na Cachoeira do Tancão e no Povoado da Pedra Tapada. A Igreja de São José e a Serra de Passira são outros atrativos turísticos.
Um pouco da sua história:

Um padre de nome Ibiapina mandou construir no lugarejo uma capela dedicada a São José. Ali se desenvolveu um povoado em torno da capela, que recebeu o nome de Pedra Tapada, pois existiam na região tanques naturais em forma de pequena cacimbas, entre os vastos lajedos que se espalham no leito do Rio Catatuba, bacia do Capibaribe, que passa pela localidade.

Depois o local foi considerado distrito de Limoeiro com a denominação de Malhada, pela lei municipal nº 2, de 19 de dezembro de 1892.

O município foi criado por pela lei estadual nº 4981, de 20 de dezembro de 1963 com o nome de Passira, em referência à serra com o mesmo nome.